E agora, a GM?


Caso se concretize a idéia da GM de voltar ao mercado de comerciais pesados no Brasil, será mais um caso da série “se arrependimento matasse”, também estrelada por astros como Iveco e International. No caso da GM, ou GMC, tanto faz, há um agravante negativo a mais: a imagem deixada pelo episódio da venda de grandes lotes de caminhões pouco antes do fechamento da operação, quando parte dos envolvidos já sabia do que iria acontecer. Recuperar a confiança do cliente pela terceira vez é empreitada acima da boa vontade. Terá de haver muito mais, mas muito mais, mesmo, do que simples promessas de produtos e serviços maravilhosos. Mas claro, desde que a idéia da volta vingue…

  1. #1 by Anderson Dantas on 24 de Agosto de 2010

    Seria bom ver novamente um ícone americano dos anos 60 (a GMC) de volta ao mercado brasileiro, porém ela terá que vir com uma ótima estratégia de marketing e produtos competitivos em termos de qualidade, tecnologia e preço, só que dessa vez eles devem utilizar fornecedores locais, assim eles agregariam mais confiabilidade ao produto. No momento basta-nos esperar para ver o que irá acontecer, torço para que ela volte definitivamente como aconteceu com a Iveco, afinal num país de dimensões continentais como o nosso, há mercado para todos, e quem acaba ganhando no final é o consumidor, pois a disputa por veículos e preços melhores fica mais acirrada.

  2. #2 by Marcelo on 26 de Agosto de 2010

    A revisão de estratégias é sempre importante para uma empresa, principalmente se for constatado uma decisão errada. Acredito que todos pensamos que produtos e serviços obrigatóriamente tem que estar em um nível superior ao mercado. E a comunicação deve receber muitos investimentos objetivando a “reconquista” do cliente e de um mercado com muito potencial.

  3. #3 by Dalmo on 1 de Setembro de 2010

    Quem manda colocar americano para gerir negócios no Brasil, só podia dar nisso, decisões erradas.
    Eles acham que tudo gira em volta dos EUA e querem aqui repetir os mesmos volumes de vendas, quando não atingem acabam com as linhas de produtos.
    diaga-se de passagem este novo presidente da Mercedes acaba de fazer o mesmo.

(não será publicado)

  1. Ainda sem citações.