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O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, volta a dizer que há muitos interessados na compra de US$ 13,6 bilhões em ativos da companhia e que ainda não foi definida a estratégia de venda. Segundo ele, há interessados de vários países, inclusive nos Estados Unidos. A venda total desses ativos, prevista no plano de desinvestimentos da estatal, deve ser finalizada em até dois anos e meio.
Gabrielli disse também que a estatal ainda não tomou nenhuma decisão sobre se irá incluir a refinaria japonesa Nansei Sekiyu, localizada na ilha de Okinawa, como parte de seu plano de vender ativos. "Estamos considerando, mas não há nada decidido", disse. A refinaria de Okinawa tem operado abaixo de sua capacidade de 100 mil barris/dia já há alguns anos.
O executivo também comentou que acredita no aumento do interesse global por etanol. "A demanda por etanol deve crescer nos próximos 10, 20 anos", afirmou a jornalistas, após encontro com investidores estrangeiros promovido pela consultoria Platts, em Wall Street.
Gabrielli não quis comentar o caso Chevron e o vazamento de petróleo no campo de Frade, no Rio de Janeiro, mas garantiu que nada deve mudar na relação da Petrobras com a companhia americana. A Petrobras detém uma participação de 30% no poço operado pela Chevron.
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